Santa Maria Madalena de Pazzi

Memória a 25 de Maio

Decorria o ano de 1566, quando na cidade de Florença, Itália, na nobre família dos Pazzi, nasceu uma menina a quem seus pais puseram o nome de Catarina que muito cedo se viu marcada pela presença de Deus. A infância, adolescência e juventude nunca lhe desviaram o olhar de Jesus. Gostava imenso de rezar e de reunir no seu palácio meninos e meninas a quem falava de Jesus e a quem distribuía comida, brinquedos, roupas e guloseimas.
Desde muito nova se sentia atraída pelo ministério da Paixão de Jesus. Quando aos 17 anos lhe falaram em casamento, Catarina respondeu que o seu único esposo era Cristo. Entrou, por isso, no convento das Carmelitas onde tomou o hábito de Nossa Senhora do Carmo, mudando então o nome de Catarina para Maria Madalena, pois dizia querer amar tanto a Jesus como esta Santa do Evangelho. O seu lema e o seu testemunho era: «O Amor não é amado». Por isso se entregou ao Amado em doação total. A sua vida foi marcada pela Cruz e pela Luz, pela Noite Escura e tenebrosa e pela Chama Viva de Amor resplandecente, pelo sofrimento e pela mais doce e profunda alegria que na terra se pode experimentar. Viveu intensamente o mistério da Cruz de Cristo como intensamente viveu na terra a felicidade dos santos do Céu. Desejava ir a terras de missão para a todos falar de Cristo e todos converter ao seu Amor.
Andava sempre na presença de Deus, de tal modo que uma freira do seu convento, e quando Ir. Maria Madalena cozia o pão, afirmou ver o Menino Jesus ajudando nos preparativos e iluminando o forno para que a Santa pudesse colocar o pão.
No dia 25 de Maio de 1607, sexta-feira, voou para o Céu esta carmelita, enquanto a seu pedido as irmãs cantavam cânticos de louvor ao Senhor.