Grupos de Oração Teresiana

São muitos os grupos de oração que se vão formando à volta das comunidades carmelitas e inspirados na espiritualidade que os mestres e doutores da Igreja, Santa Teresa de Jesus e S. João da Cruz, nos legaram.
Na verdade, interroga Santa Teresa: «Se na vida nos juntamos para tantas coisas porque não fazê-lo para orar?» (Vida, 7,20).

A oração é dos actos humanos mais gratuitos. Justifica-se por si mesma. Rezamos porque rezamos. Tal como não somos capazes de explicar cabalmente as razões por que amamos, muito menos o rezar. O simples facto de um conjunto de pessoas se reunirem para orar é já um acto nobre que atrai a presença de Jesus: «Onde dois ou três se reunirem em meu nome, Eu estou no meio deles» (Mt 18,28).

 

Tipos de grupos

Partindo desta convicção muitos cristãos, crianças, jovens e adultos, sentem necessidade de formar grupo para orar. Todo o tipo de grupos de oração vai germinando em torno dos conventos carmelitas. Uns mais centrados na palavra, outros no silêncio, uns mais eucarísticos, outros marianos, uns com o objectivo de rezarem pelas vocações, outros pelas missões, uns mais centrados na adoração eucarística, ou mais amantes da natureza, uns de encontros frequentes outros mais espaçados … no entanto todos eles têm um denominador comum: partem da convicção de que «a oração é um trato de amizade, estando muitas vezes com Quem sabemos que nos ama» (Santa Teresa de Jesus, Vida, 8,5), e querem crescer nesta a ponto de puderem ser chamados «amigos fortes de Deus».

 

Onde os encontrar?

Basta abeirar-se de um dos conventos carmelitas ou das comunidades da Ordem dos Carmelitas Seculares e imediatamente lhe apontam o caminho para o encontro com um grupo de oração.

 

A proposta dos GOT

I. QUEM SOMOS
1. Somos os grupos de oração teresiana. As nossas siglas são, necessariamente G.O.T. Acreditamos que elas expressam o nosso ser e o nosso trabalho.
2. Grupos: Tendo como ponto de partida o texto evangélico “onde dois ou mais se reúnam em eu nome, Eu estarei no meio deles” (Mt 18, 20), e iluminados pelos conselhos de Teresa “grande mal é uma alma só”, “ procurem amizade e trato com outras pessoas que tratam do mesmo” (V7, 20), juntamo-nos com outras pessoas para, juntos, trilharmos um caminho de amizade com Deus.
3. Oração: O objectivo fundamental destes grupos é viver a oração cristã e ensiná-la, seguindo a recomendação de Jesus: “Estai vigilantes, orando em todo tempo” (Lc 21, 36; 18,1; Mt 6,5; 6,9; 6,6; etc), chamando a Deus Abbá e desejando que o Espírito ore em nós (Mt 14, 36; Rim 8, 15; Gal 4,6).
4. Teresiana: Entendemos a vida de oração como uma amizade, seguindo a definição teresiana: “tratar de amizade estando muitas vezes a sós com quem sabemos que nos ama” (V 8, 5). Este qualificativo de “teresiana” introduz-nos também no amplo mundo da nossa espiritualidade herdade de Teresa.

II. ELEMENTOS QUE A CONSTITUEM
5. Incluímos aqui todos os elementos que configuram um GOT. São apresentadas de uma forma pedagógica o esquema que os caracteriza.

A. Vida de Oração
6. A característica definidora dos nossos grupos é a vivência da oração. Esta tem como finalidade criar uma atitude contemplativa, de tal forma que a pessoa orante faça a experiência de Deus e viva toda a sua vida desde esta perspectiva.
7. A forma concreta de suscitar e viver a oração no grupo é o encontro pessoal e de amizade com Deus, num clima de interiorização e “recolhimento” silencioso, que supõe o “estar a sós” e o encontro consigo mesmo.
8. A oração conduzirá à entrega mútua entre Deus e o Homem, tendo em conta que Deus “não se dá totalmente até que a nossa entrega seja total” (Caminho de Perfeição 28, 12).
9. Para viver esta forma de oração servimo-nos fundamentalmente da experiência e da doutrina do Carmelo teresiano, especialmente dos seus grandes mestres.

B. Clima de Amizade
10. A nossa ideia de oração num registo de amizade, impele-nos a cuidar de modo especial a experiência humana e a inter-relação, como base para a amizade com o Senhor e também como fruto do encontro com Deus.
11. Por isso, a amizade entre os elementos do grupo será uma experiência permanente para os que querem ser amigos de Deus, ser amigos do Amigo. A ideia teresiana de que “aqui todas hão-de ser amigas, todas se hão-de amar, todas se hão-de querer, todas se hão-de ajudar” (C 4, 7) e o ambiente familiar, alegria que ela soube fomentar nas suas pequenas comunidades, estimulam-nos a fomentar a relação de amizade e de partilha entre os membros do grupo.
12. Por isso, conhecendo a importância que têm os amigos orantes para serem fiéis a este caminho, todos nos esforçamos em “fazer amigos” para orar em grupo (V 7, 22; 16, 7).
13. Tudo isto, criará nos grupos um autêntico ambiente de acolhimento, que o animador deverá incrementar e por em prática permanentemente, fazendo com que o grupo esteja sempre aberto àqueles que desejarem enriquecer a sua vida pessoal de relação com Deus, pelo caminho da oração em grupo, seguindo as pautas teresianas, para chegarem a ser capazes de orar com qualquer pessoa que se aproxime do grupo.
14. Para facilitar a criação desta relação de amizade entre todos, procurar-se-á que os grupos tenham poucos elementos, sendo o seu número ideal cerca de doze elementos. Poder-se-ão receber novos membros tendo em vista a formação de outro grupo.
15. O próprio convite para formar um grupo de oração deverá ter presente o aspecto da amizade, tendo sempre em conta o princípio mais importante: falar de oração sempre que nos peçam, mas nunca falar de oração sem a fazermos. Por consequência, acreditamos que um sistema válido para difundir estes grupos e a prática da oração são os encontros de “Amigos de Orar”, que todas as Províncias Carmelitas promovem.

C. Formação doutrinal
16. Dentro dos G.O.T., a formação abarca diversas fontes, segundo a caminhada em que se encontra o grupo orante ou a caminhada de cada uma das pessoas que dele se vai aproximando. Assim, a formação será sempre progressiva e diferencial.
17. Para que isto se realize com critérios adequados, será necessário um acompanhamento próximo de cada um dos elementos do grupo, por parte do animador ou outra pessoa apta para este fim, dentro de um discernimento personalizado, sobretudo para aqueles que acabem de integrar o grupo. Esta formação, bem como o discernimento e acompanhamento, terá mais importância num primeiro momento de caminhada do grupo. É necessário animá-los a preservar umas quantas semanas; depois, Deus e o grupo se encarregarão de os fortalecer.
18. O aspecto teórico – prático da oração será ministrado a todos os grupos no momento a que chamamos “escola de oração”.
19. Ainda dentro da formação incluímos o “curso de animadores” e outros encontros possíveis, especialmente dedicados à preparação dos membros dos grupos, que se realizem nas diversas zonas.

D. Animador
20. Se animar é dar alma a algo, os nossos animadores serão pessoas que tenham um mínimo de capacidade para dar vida às tarefas de ensinar, acompanhar e discernir no grupo. Tendo em conta que nem todos servem para ser animadores, nem todo o animador terá que levar a cabo todas as tarefas; ele deve saber reparti-las segundo os dons de cada um.
21. Se o que anima é o que dá vida ao grupo, é evidente que nenhum grupo poderá nascer sem um animador.
22. Para além das condições pessoais necessárias, tanto gerais como particulares, que se descrevem no momento próprio, o animador tem que fazer, dentro do possível, o “curso de animadores” que periodicamente é organizado pela equipa responsável dos G.O.T.. Terá também que Ter feito uma caminhada de oração nos grupos, que lhe permita possuir uma experiência o mais ampla possível.

E. O lugar da oração
23. Procurar-se-á um lugar que facilite o nosso estilo de oração. Segundo as recomendações da espiritualidade carmelitano-teresiana, será sóbrio e, em simultâneo bem organizado em todos os seus elementos.
24. Os símbolos que se utilizem, mais que o adorno, deverão sugerir e despertar a oração, num ambiente de penumbra que facilite a interiorização.
25. A presença de Jesus nas suas diversas formas, bem como a da Virgem Maria e a de alguma frase teresiana que possa caracterizar os G.O.T., serão elementos aconselháveis a Ter em conta na hora de preparar uma “sala de oração”.
26. Ainda que cada tipo de oração exija uma forma de estar e um gesto próprio, aconselhamos que a postura seja a “Carmelitana” (sentados sobre os calcanhares ou sobre um banquinho), e a postura favoreça a interiorização, pois é aí onde vai Ter lugar o encontro de amizade entre Deus e o orante.

F. Perfil da oração teresiana
27. Nos G.O.T., a palavra de Deus é fundamental, de acordo com os nossos mestres de oração. Oramos, partindo dela; ela introduz-nos no silêncio contemplativo e mantém-nos no diálogo com Deus. Por isso, é muito importante começarmos a compreende-la, tanto de uma forma vivencial como intelectual.
28. Queremos fazer nossa a experiência cristológica de Teresa de Jesus e os seus ensinamentos (V 22, 4, 7, 10; V 32, 11; C 26,6; F5, 16). Por esta razão, os G.O.T. ressaltam a centralidade da humanidade de Jesus. Ele está no meio da nossa oração, no meio dos que se reúnem em seu nome. Este será também em tema chave na “escola de oração” (Ef. 6 M 7).
29. Os que dão corpo a estes grupos, terão também um profundo e vivo sentido eclesial. A nossa oração situa-se dentro da Igreja, ao serviço da Igreja e ajudada pela Igreja para caminhar na verdade (C 1, 2, 3, 10).
30. Nunca devemos perder de vista o horizonte apostólico. A consciência de pertença à Igreja será um ponto-chave para saber que, partindo da oração em grupo, cooperamos com os nossos irmãos os Homens, na transformação interior. Toda a oração como encontro verdadeiro com Deus, conduz ao compromisso (4 M 1, 7; F 5, 10; 5 M 3, 3 – 12). Este expressa-se no serviço aos irmãos nas suas necessidades concretas.
31. Um apostolado característico dos membros dos G.O.T: é o compromisso de promover a Pastoral da oração em todos os âmbitos: paroquial, familiar, juvenil, terceira idade, doentes, crianças, etc. (V 7, 10).
32. O Carmelo nunca perdeu de vista, na sua vivência oracional, a grande contemplativa Maria, a Virgem Mãe de Jesus. Ela, desde a simplicidade e eloquência do seu silêncio, ensina-nos permanentemente a viver o mistério da oração desde uma profunda fé (Lc 2, 19 – 51).
33. A vivência da oração convida-nos também a uma abertura que deve ir para além da nossa confissão católica, inclusive cristã. Graças ao magistério universal dos nossos mestres de oração e ao caracter fundamentalmente contemplativo dos nossos grupos, devemos estar abertos a todo o tipo de pessoas, de qualquer religião ou pensamento, que se aproximem com desejo de se encontrar com a verdade.

III. ESQUEMA ORANTE

34. Iremos apresentar neste ponto, de uma forma concreta, todos os elementos que integram a forma de orar dos Grupos de Oração Teresiana. Contudo, nunca se perderá de vista uma dupla faceta, pedagógica e mistagógica: a necessidade de dosear todos os elementos de acordo com a situação concreta dos orantes e a importância capital de saber dar variedade e novidade aos momentos orantes, sem sair do esquema nuclear. Deste modo, garantir-se-á a perseverança dos principiantes e daqueles cuja caminhada já é mais longa.

A. Acolhimento
É o primeiro momento dos encontros dos grupos de oração. À medida que os orantes vão chegando, deverão encontrar, desde o início, esse calor humano que surge da amizade do próprio grupo.
Para isso, o animador e / ou outras pessoas, acolherão com alegria os que chegam, sobretudo, os que se aproximam pela primeira vez.
Um bom acolhimento desbloqueia a pessoa e prepara-a para um encontro com Deus que acolhe, assim como para ser, por sua vez, acolhedora com os outros.
O animador e / ou outras pessoas procurarão chegar antes da hora marcada para o inicio da reunião do grupo.

B. Escola de Oração
É a base da oração. Nela expor-se-ão os temas necessários para uma boa preparação e clarificação dos aspectos teológicos, espirituais, antropológicos e pedagógicos fundamentais, assim como os recursos necessários que deverão ser tratados e vistos de uma forma teórico-prática na mesma escola.
Em todos os grupos existirá uma programação básica dos aspectos integrais da oração, à volta de alguns temas nucleares, como a Bíblia e oração, Teresa de Jesus e João da Cruz, a pedagogia da oração, etc.
Não deverá ser uma exortação espiritual, mas um ensino teórico ou prático e até vivencial e testemunhal, com intercâmbio da própria prática da oração aberta ao diálogo entre todos os elementos do grupo. Contudo, a experiência ensina, que se deve evitar qualquer tipo de discussão. Expõe-se alguns princípios ou algum facto tendo sempre como objectivo o momento orante.
Convém que esta escola anteceda o momento orante e, se possível, num lugar distinto daquele onde decorrerá a oração.
Na escola poder-se-á utilizar todas as experiências humanas e qualquer outro tipo de recursos convenientes. A sua duração será de cerca de vinte minutos, de acordo com as idades dos participantes, os temas e outras circunstâncias.

C. Momento orante
Consta de três partes com uma duração global de aproximadamente quarenta e cinco minutos. Cada uma delas tem uma finalidade peculiar e decorrerá num equilibrado espaço de tempo.

1º - Ambientação
O ambiente externo no qual nos movemos está normalmente longe de favorecer e facilitar a interioridade, o “recolhimento”, a presença do Senhor. Reconhecendo esta limitação, procuramos, neste momento, tudo aquilo que favoreça a serenidade do orante, como preparação para a oração, de forma que esta se realize num terreno fecundo da pessoa.
A finalidade deste momento é introduzir o grupo na oração e introduzir o Senhor na oração do grupo.
Este primeiro momento da oração articula-se da forma seguinte e com a possibilidade de divisões que apresentamos:
– palavras do animador. São muito importantes. Com elas acolhe o grupo, faz a ligação à vida e ajuda o grupo a tomar consciência da presença do senhor, servindo-se de uma frase evangélica ou de uma introdução espontânea ou de qualquer outra estratégia que se adeqúe.
– Invocação do espírito, preferencialmente cantada. Para atingir este fim, surtem efeito positivo os cânticos simples e repetitivos, que favoreçam a interiorização. O tom de voz deve ser suave, ainda que variando a intensidade. Preferir-se-ão os cânticos bíblicos ou de sabor teresiano.
– Olhar o símbolo. Este não é um adorno. Assume-se como uma linguagem evocadora e sugestiva, que vai para além do puramente racional, até ao plano do directamente vivencial.
– Silêncio. Música de fundo. Se possível, utilizar aqui algum exercício de relaxamento.

2º - Palavra
É a parte principal da oração. Para que o grupo possa orar, tem primeiramente que ser orado por Deus. A Palavra é a oração é a oração que Deus faz, é a Palavra de amor que Deus dirige ao grupo.
Fundamentalmente será a Palavra de Deus. No entanto, pode também tomar-se um texto teresiano ou sanjoanista, que seja uma manifestação de Deus, inclusive, deitar mão de um facto importante da vida que facilmente leve à presença de Deus.

Aspecto que devemos ter presentes:
– Uma boa introdução ao texto ou facto da vida.
– Uma boa leitura. Que o leitor o faça de modo que seja como um semeador da Palavra no coração dos orantes do grupo.
– Depois da leitura poder-se-á fazer um breve comentário sapiencial que ajude a saborear o texto numa perspectiva orante.
– A Palavra requer tempo para que toque a vida. Portanto, a resposta do orante não pode ser imediata, para que não seja superficial. A Palavra tem que ser interiorizada num profundo silencioso, para chegar ao diálogo amistoso com o Presente ou o olhar contemplativo simples dos amigos: Deus e o orante.
– Uma apurada observação psicológica e pedagógica notará imediatamente o comportamento dos orantes neste momento, por exemplo, se o silêncio é profundo ou superficial, e saberá comportar-se consequentemente, evitando tudo o que é inconvenientemente ao orante.

3º - Partilha
A oração em grupo exige este momento. Partilhar orando é a melhor maneira de se dar a conhecer ao grupo. É um momento excelente para aprender a orar escutando como oram os outros e para ensinar os outros. É a ocasião para dizer amen ao que o Espírito ora em cada irmão ou irmã.
A oração de cada um é a oração de todos. Esta oração requer, por parte de todos, uma atitude de escuta, acolhimento e resposta. Por isso, a intervenção orante de cada irmão deve ser seguida por um momento de silêncio ou uma breve resposta que acolha a sua oração.
As formas desta oração partilhada serão variadas, como variada terá podido ser a relação interior de cada orante com o Senhor presente. Assim, as formas orantes parecem ser o louvor, a acção de graças, a petição, a adoração, a intersecção, etc.
É necessário saber respeitar a interioridade de cada orante e nunca se pode forçá-lo a partilhar falando. Fá-lo-á com o seu acolhimento à oração dos outros, com os seus gestos corporais, com as suas respostas, noutros momentos orantes ou conforme a sua integração no grupo.
No final, o animador aponta algumas pistas de compromisso pessoal ou de grupo, conforme o apontado anteriormente, e intersectando-as com as orações partilhadas no grupo.
Termina-se orando o Pai-Nosso e algum cântico ou oração à Virgem Maria.
Este esquema pode organizar-se de outra forma, de acordo com as circunstâncias, desde que contenha todos os elementos aqui apontados.

IV. INFRAESTRUCTURA DOS G.O.T

35. Todos os G.O.T. estão vinculados a uma Coordenação, composta por uma Junta central e os delegados de cada Província religiosa do Carmelo Teresiano que o solicite. A Junta central está formada, por sua vez, por um responsável, dois conselheiros e um secretário.
36. As funções desta Coordenação são: animar e promover os G.O.T., organizar os cursos de animadores; facilitar o material necessário para os grupos; admitir novos grupos de oração teresiana; trabalhar no apostolado da oração, estando dispostos a ir onde nos chamem.
37. A junta central levará a cabo tudo o que for determinado pela Coordenação, convocá-la-á para a reunião, resolverá os imprevistos, dará solução aos assuntos urgentes, distribuíra competências a cada um dos seus componentes, a cada um dos seus componentes, e em termos gerais, será o primeiro núcleo animador e delegado dos G.O.T:
38. Cada Província religiosa estará animada e coordenada por um delegado provincial próprio, segundo o n.º 35, será membro da Coordenação geral.
A sua função é a promoção e animação mais directa dos G.O.T. da sua zona, mediante encontros e outras actividades oportunas, com vista do enriquecimento dos grupos. Ele estará a par dos grupos de oração que existem ou se vão formando na sua província. Ele estará a par dos grupos de oração que existem ou se vão formando na sua província. Ele servirá de elo de ligação entre os grupos da sua Província religiosa e a Coordenação ou a Junta central dos G.O.T.
No seu trabalho deve salientar-se como actividade chave, a de velar para que se mantenha o estilo próprio dos G.O.T. nas suas linhas fundamentais; por outro lado, a existência de criatividade e originalidade na caminhada concreta de cada grupo.
39. Cada grupo pode ter um ou vários animadores. Tender-se-á para que sejam leigos, ainda que nós, os membros da família Carmelita, tenhamos que assumir um papel de alentar e orientar, com a nossa experiência e a nossa preparação, a caminhada dos grupos.

 

Para conhecer mais estes grupos de oração teresiana, GOT, contactar
P. Joaquim Teixeira
joaquimteixeira@carmelitas.pt

Maria Odete
p.caminho@sapo.pt ; oracao@oracaovirtual.com.pt

Mais informações:
www.cipecar.org
www.oracaovirtual.com.pt